{"id":10269,"date":"2014-07-28T13:51:13","date_gmt":"2014-07-28T16:51:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.creapb.org.br\/?p=10269"},"modified":"2014-07-28T13:51:13","modified_gmt":"2014-07-28T16:51:13","slug":"jaca-pode-salvar-a-crise-climatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/jaca-pode-salvar-a-crise-climatica\/","title":{"rendered":"Jaca pode salvar a crise clim\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/?attachment_id=10270\" rel=\"attachment wp-att-10270\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10270\" title=\"jaca\" src=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/creapb-admin\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/jaca.jpg\" alt=\"\" width=\"590\" height=\"442\" \/><\/a><\/p>\n<p>Apesar de\u00a0comum no Brasil, a\u00a0jaca\u00a0n\u00e3o \u00e9 um fruto que se v\u00ea com frequ\u00eancia nos carrinhos de compra dos brasileiros. Mas, em um mundo em\u00a0aquecimento, isso pode mudar. Pesquisadores indianos apontam a fruta como um \u201cmilagre\u201d das culturas alimentares.<\/p>\n<p>A fruta poderia ser um substituto para alimentos b\u00e1sicos que est\u00e3o na mira das\u00a0mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, como o trigo e o milho.<\/p>\n<p>\u201c<em>\u00c9 um milagre que pode fornecer tanto nutrientes como calorias, tudo<\/em>\u201c, disse Shyamala Reddy, pesquisadora de biotecnologia da Universidade de Agricultura e Ci\u00eancias, em Bangalore, na \u00cdndia, ao jornal brit\u00e2nico The Guardian.\u00a0<em>\u201cSe voc\u00ea comer apenas 10 ou 12 gomos desta fruta, voc\u00ea n\u00e3o precisa de alimento para outra metade do dia<\/em>\u201c, completou.<\/p>\n<p>O Banco Mundial e as Na\u00e7\u00f5es Unidas advertiram, recentemente, que o aumento da temperatura e das chuvas carregadas podem levar a uma queda de 2% na produtividade agr\u00edcola at\u00e9 o final do s\u00e9culo, ao passo que a demanda dever\u00e1 aumentar 14% at\u00e9 2050.<\/p>\n<p>A conta salgada pode mergulhar bilh\u00f5es de pessoas na fome \u2013 um mal que atinge um em cada sete habitantes do planeta. \u00c9 a\u00ed que a jaca se destaca. Ela \u00e9 resistente a pragas e mudan\u00e7as no clima, \u00e9 f\u00e1cil de plantar e ainda oferece quantidade elevada denutrientes, rica em c\u00e1lcio, pot\u00e1ssio e ferro.<\/p>\n<p>Mas, apesar do seu enorme potencial, ainda \u00e9 uma cultura sub explorada, especialmente na \u00cdndia, onde ela se originou. Isso est\u00e1 come\u00e7ando a mudar, a medida que os pesquisadores voltam suas aten\u00e7\u00f5es \u00e0 ela.<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo m\u00eas de maio, a Universidade indiana vai sediar uma confer\u00eancia internacional sobre jaca, para discutir seus potenciais de uso no presente e no futuro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Engenhariae<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar de\u00a0comum no Brasil, a\u00a0jaca\u00a0n\u00e3o \u00e9 um fruto que se v\u00ea com frequ\u00eancia nos carrinhos de compra dos brasileiros. Mas, em um mundo em\u00a0aquecimento, isso pode mudar. Pesquisadores indianos apontam a fruta como um \u201cmilagre\u201d das culturas alimentares. A fruta poderia ser um substituto para alimentos b\u00e1sicos que est\u00e3o na mira das\u00a0mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, como o trigo e o milho. \u201c\u00c9 um milagre que pode fornecer tanto nutrientes como calorias, tudo\u201c, disse Shyamala Reddy, pesquisadora de biotecnologia da Universidade de Agricultura e Ci\u00eancias, em Bangalore, na \u00cdndia, ao jornal brit\u00e2nico The Guardian.\u00a0\u201cSe voc\u00ea comer apenas 10 ou 12 gomos desta fruta, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10270,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-10269","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10269","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10269"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10269\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10269"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10269"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10269"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}