{"id":10281,"date":"2014-07-16T13:48:31","date_gmt":"2014-07-16T16:48:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.creapb.org.br\/?p=10281"},"modified":"2014-07-16T13:48:31","modified_gmt":"2014-07-16T16:48:31","slug":"itaipu-completa-30-anos-de-operacao-mantendo-o-titulo-de-maior-do-mundo-em-geracao-de-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/itaipu-completa-30-anos-de-operacao-mantendo-o-titulo-de-maior-do-mundo-em-geracao-de-energia\/","title":{"rendered":"Itaipu completa 30 anos de opera\u00e7\u00e3o mantendo o t\u00edtulo de maior do mundo em gera\u00e7\u00e3o de energia"},"content":{"rendered":"<p>O que\u00a0fazer com\u00a0tanta energia? Era isso o que perguntavam os c\u00e9ticos, na d\u00e9cada de 1980, quando a usina de Itaipu entrou em opera\u00e7\u00e3o. Com a economia brasileira estagnada, n\u00e3o havia necessidade de todo aquele potencial de 12,6 mil megawatts (hoje s\u00e3o 14 mil MW), praticamente a metade de toda a capacidade instalada do Pa\u00eds.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/?attachment_id=10282\" rel=\"attachment wp-att-10282\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-10282\" title=\"itaipu_2014\" src=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/creapb-admin\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/itaipu_2014.jpg\" alt=\"\" width=\"425\" height=\"283\" \/><\/a><\/p>\n<p>Apesar das cr\u00edticas, a decis\u00e3o do governo federal foi de prosseguir com a instala\u00e7\u00e3o das 18 unidades geradoras previstas inicialmente, embora num ritmo mais lento.<br \/>\nHoje, segunda-feira (5), a usina completa 30 anos de\u00a0gera\u00e7\u00e3o de energia. Se n\u00e3o fosse aquela resolu\u00e7\u00e3o \u201cpol\u00eamica\u201d, nem o Brasil nem o Paraguai teriam como sustentar o crescimento de suas economias. A Itaipu Binacional se tornou estrat\u00e9gica para os dois pa\u00edses e responde atualmente por 17% do consumo de energia el\u00e9trica do mercado brasileiro e 75% do paraguaio.<br \/>\nDez anos depois de constitu\u00edda a empresa binacional, para gerenciar e depois administrar a usina (Itaipu comemora 40 anos de cria\u00e7\u00e3o no dia 17 de maio), entrou em opera\u00e7\u00e3o efetiva sua primeira unidade geradora. Exatamente \u00e0s 12h40 do dia 5 de maio de 1984 foi feita a primeira interliga\u00e7\u00e3o com o sistema el\u00e9trico do Paraguai, pa\u00eds s\u00f3cio do empreendimento.<br \/>\nA energia de Itaipu chegou ao Brasil um pouco mais tarde, porque o sistema de transmiss\u00e3o, operado por Furnas, ainda n\u00e3o estava conclu\u00eddo. A usina fechou 1984 com duas unidades instaladas, que geraram 277 mil MWh.<br \/>\nNo ano seguinte, quando teve in\u00edcio a venda efetiva da energia gerada por Itaipu, j\u00e1 com tr\u00eas unidades geradoras instaladas, a usina produziu 6.327 MWh. A produ\u00e7\u00e3o foi crescendo gradualmente, com a entrada em opera\u00e7\u00e3o de novas unidades geradoras. A 18\u00aa foi instalada em 1991. Em 1995, quando a energia de Itaipu j\u00e1 era importante para garantir o abastecimento do Brasil, Itaipu superou pela primeira vez os 75 milh\u00f5es de MWh de energia garantida previstos no Tratado que deu origem \u00e0 hidrel\u00e9trica. E nos anos de 1999 e 2000, quando o Brasil enfrentou uma crise de eletricidade, a usina superou os 90 milh\u00f5es de MWh (93,4 milh\u00f5es em 2000).<br \/>\nA marca de 90 milh\u00f5es seria superada novamente em 2006 e 2007, ano em que foram inauguradas mais duas unidades de 700 megawatts, completando, assim, as 20 previstas no projeto inicial. Em 2012 e 2013, novos recordes mundiais \u2013 no ano passado, Itaipu gerou 98,6 milh\u00f5es de MWh.<br \/>\n\u201cDo ponto de vista da efici\u00eancia em gera\u00e7\u00e3o de energia limpa e renov\u00e1vel, Itaipu \u00e9 um caso de sucesso sem paralelo no mundo, motivo de orgulho para brasileiros e paraguaios. Temos bons motivos, portanto, para comemorar em 2014 os 40 anos de cria\u00e7\u00e3o de Itaipu (17 de maio) e 30 anos do in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o da usina\u201d, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek.<\/p>\n<p><strong>Mundo iluminado por 38 dias<br \/>\n<\/strong>Do in\u00edcio da entrada em opera\u00e7\u00e3o da primeira unidade geradora at\u00e9 agora (considerando a previs\u00e3o at\u00e9 5 de maio de 2014), a usina de Itaipu gerou um total de 2,16 bilh\u00f5es de MWh.<br \/>\nEssa energia toda seria suficiente para abastecer o mundo inteiro por 38 dias. A produ\u00e7\u00e3o acumulada de Itaipu tamb\u00e9m atenderia o consumo dos Estados Unidos por 6 meses e 5 dias e da gigantesca China por 5 meses e 9 dias.<br \/>\nOs 2,16 bilh\u00f5es de MWh seriam suficiente para suprir o consumo do Brasil por quatro anos e oito meses e da Am\u00e9rica Latina por dois anos, cinco meses e 11 dias. O Paraguai seria atendido por 176 anos e 9 meses. J\u00e1 o Estado de S\u00e3o Paulo seria abastecido por\u00a015 anos, 10 meses e 21 dias.<br \/>\nO Estado do Rio de Janeiro seria suprido por 55 anos, 2 meses e 20 dias. J\u00e1 a cidade de S\u00e3o Paulo teria\u00a0energia el\u00e9trica\u00a0por 72 anos, oito meses e 23 dias e a cidade do Rio de Janeiro por 122 anos, 4 meses e 24 dias. A Regi\u00e3o Sul seria atendida por 26 anos, 9 meses e 23 dias e a Regi\u00e3o Sudeste por 9 anos e 11 dias.<\/p>\n<p><strong>Nem a China<br \/>\n<\/strong>Mesmo com a entrada em opera\u00e7\u00e3o da usina chinesa de Tr\u00eas Gargantas, com maior capacidade instalada (22.400 MW contra os 14 mil MW de Itaipu), a usina brasileira e paraguaia mant\u00e9m o t\u00edtulo de maior produtora de energia el\u00e9trica do mundo.<br \/>\nOs principais fatores que explicam este bom desempenho est\u00e3o na excelente regulariza\u00e7\u00e3o do Rio Paran\u00e1, na\u00a0alta disponibilidade\u00a0das unidades geradoras e dos sistemas de transmiss\u00e3o associados \u00e0 usina e no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o da disponibilidade desses recursos aliado \u00e0s demandas crescentes do consumo de energia do Paraguai e do Brasil. O resultado \u00e9 energia na quantidade e na hora certa, com um \u00edndice de aproveitamento energ\u00e9tico acima dos 95%.<br \/>\nNos dois \u00faltimos anos, o recorde mundial de gera\u00e7\u00e3o de energia ficou com Itaipu. Em 2013, o marco hist\u00f3rico foi de 98.630.035 MWh. Ainda assim, a \u00e1rea t\u00e9cnica de Itaipu tem como meta atingir os 100 milh\u00f5es de MWh nos pr\u00f3ximos anos.<br \/>\n\u201cN\u00f3s n\u00e3o estamos acomodados com estes resultados\u201d, afirma Jorge Samek. E completa: \u201cA vis\u00e3o definida no nosso planejamento estrat\u00e9gico estabelece que, at\u00e9 2020, a Itaipu Binacional se consolidar\u00e1 como a geradora de energia limpa e renov\u00e1vel com melhor desempenho operativo e as melhores pr\u00e1ticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustent\u00e1vel e a integra\u00e7\u00e3o regional\u201d.<br \/>\nPara o diretor t\u00e9cnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, \u201co maior desafio daqui para frente, sem d\u00favida, \u00e9 o de manter a excel\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o da nossa energia el\u00e9trica\u201d. Ele explica que, como os equipamentos da usina completam 30 anos de opera\u00e7\u00e3o ininterrupta, \u201ccom inquestion\u00e1vel confiabilidade\u201d, \u00e9 preciso \u201cgarantir sua sa\u00fade para os anos que vir\u00e3o\u201d.<br \/>\nIsso pode ser feito, segundo ele, com investimentos na atualiza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, onde for poss\u00edvel, e com a manuten\u00e7\u00e3o dos equipamentos que \u201cpermanecem no estado da arte e seguem demonstrando alta confiabilidade\u201d, analisa.<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o e produtividade<\/strong><br \/>\nPara o superintendente de Opera\u00e7\u00e3o da Itaipu (OP.DT), Celso Torino, no bi\u00eanio 2012-2013, quando a Itaipu estabeleceu de forma in\u00e9dita dois recordes mundiais consecutivos, com as marcas de 98,3 e 98,6 milh\u00f5es de MWh, respectivamente, ocorreram dois fatos significativos.<br \/>\nO primeiro foi o valor absoluto da produ\u00e7\u00e3o de energia; o segundo feito foi a produtividade e a efici\u00eancia que a usina atingiu, como resultado do aprendizado e aperfei\u00e7oamento ao longo desses 30 anos de produ\u00e7\u00e3o. \u201cComo nossa mat\u00e9ria-prima \u00e9 a \u00e1gua e a quantidade de \u00e1gua que vamos ter em cada ano \u00e9 vari\u00e1vel, n\u00f3s s\u00f3 sabemos exatamente o quanto poder\u00edamos ter produzido em cada ano quando ele j\u00e1 terminou, ou seja, com um olhar pelo retrovisor\u201d.<br \/>\nAinda segundo Torino, em 2012 e 2013, esse \u201colhar pelo retrovisor\u201d mostra um aproveitamento dos recursos h\u00eddricos superior a 95%. \u201cEsse rendimento \u00e9 realmente um diferencial. E as a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para isso foram aprendidas ao longo desses anos com a ajuda de muita gente que trabalha ou trabalhou na Itaipu, assim como nas empresas parceiras como Eletrobras, Ande, Operador Nacional do Sistema (ONS), Furnas e Copel\u201d, diz o engenheiro.<br \/>\nEle ressalta tamb\u00e9m que essas s\u00e3o a\u00e7\u00f5es que permanecem e n\u00e3o dependem do ano ter muita ou pouca \u00e1gua. \u201cEssa efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o \u00e9 a nossa conquista e o grande desafio, depois de 30 anos, \u00e9 preserv\u00e1-la\u201d, conclui.<br \/>\nPara o superintendente da Manuten\u00e7\u00e3o (SM.DT), Marco Castella, que acompanhou todas as etapas de transi\u00e7\u00e3o de Itaipu nesses 30 anos de gera\u00e7\u00e3o de energia, o sucesso de Itaipu \u00e9 resultado da atua\u00e7\u00e3o de \u201cprofissionais altamente comprometidos com os resultados, alinhados aos objetivos estrat\u00e9gicos e sens\u00edveis \u00e0 atual conjuntura econ\u00f4mica de ambos os pa\u00edses\u201d.<br \/>\nO assistente da diretoria t\u00e9cnica executiva, o engenheiro, M\u00e1rio L\u00facio Ozelame, um dos remanescentes da turma de 1980, faz uma contextualiza\u00e7\u00e3o dos desafios do passado, do presente e do futuro para a maior usina em opera\u00e7\u00e3o do mundo continuar com \u00edndices invej\u00e1veis de produtividade sustent\u00e1vel.<br \/>\n\u201cInicialmente, o desafio era viabilizar Itaipu, o que significava superar obst\u00e1culos diplom\u00e1ticos, financeiros e t\u00e9cnicos, e todos foram superados com louvor\u201d, diz. E completa: \u201cHoje, al\u00e9m de produzir muita energia com efici\u00eancia e custo compat\u00edvel com o mercado, temos de colocar a empresa como indutora do desenvolvimento e integra\u00e7\u00e3o regional. No futuro, o objetivo \u00e9 nos mantermos l\u00e1\u201d.<\/p>\n<p><strong>Participa\u00e7\u00e3o nos mercados<\/strong><br \/>\nA capacidade instalada de Itaipu \u00e9 de 14 mil megawatts (MW). A usina tem 20 unidades geradoras, cada uma com capacidade nominal de 700 MW. A 19\u00aa unidade foi instalada em 2006 e a \u00faltima em 2007.<br \/>\nA energia garantida de Itaipu \u00e9 de 75 milh\u00f5es de megawatts-hora, mas a usina produz, anualmente, acima de 90 milh\u00f5es de MWh.<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o supera a capacidade nominal das unidades geradoras gra\u00e7as, principalmente, aos cuidados com sua manuten\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Transmiss\u00e3o<\/strong><br \/>\nA Itaipu tem a incumb\u00eancia de entregar a energia produzida na usina at\u00e9 os pontos de conex\u00e3o com o Sistema Interligado. No lado brasileiro, a conex\u00e3o \u00e9 localizada na subesta\u00e7\u00e3o de Foz do Igua\u00e7u, de propriedade de Furnas, e no lado paraguaio, a conex\u00e3o \u00e9 feita na subesta\u00e7\u00e3o Margem Direita, situada na \u00e1rea da usina de Itaipu. A transmiss\u00e3o da energia at\u00e9 os centros de consumo \u00e9 de responsabilidade de Furnas Centrais El\u00e9tricas, no Brasil, e Ande (Administraci\u00f3n Nacional de Electricidad), no Paraguai.<\/p>\n<p>A Itaipu &#8211; A Itaipu Binacional \u00e9 a maior usina de gera\u00e7\u00e3o de energia limpa e renov\u00e1vel do planeta e foi respons\u00e1vel, em 2013, pelo abastecimento de 16,9% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 70% do Paraguai. Em 2013, superou o pr\u00f3prio recorde mundial de produ\u00e7\u00e3o e estabeleceu a marca de 98.630.035 megawatts-hora (98,63 milh\u00f5es de MWh). Desde 2003, Itaipu tem como miss\u00e3o empresarial \u201cgerar energia el\u00e9trica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econ\u00f4mico, tur\u00edstico e tecnol\u00f3gico, sustent\u00e1vel, no Brasil e no Paraguai\u201d. A empresa tem ainda como vis\u00e3o de futuro chegar a 2020 como \u201ca geradora de energia limpa e renov\u00e1vel com o melhor desempenho operativo e as melhores pr\u00e1ticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustent\u00e1vel e a integra\u00e7\u00e3o regional\u201d.<\/p>\n<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Fonte: Comunica\u00e7\u00e3o Itaipu<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que\u00a0fazer com\u00a0tanta energia? Era isso o que perguntavam os c\u00e9ticos, na d\u00e9cada de 1980, quando a usina de Itaipu entrou em opera\u00e7\u00e3o. Com a economia brasileira estagnada, n\u00e3o havia necessidade de todo aquele potencial de 12,6 mil megawatts (hoje s\u00e3o 14 mil MW), praticamente a metade de toda a capacidade instalada do Pa\u00eds. Apesar das cr\u00edticas, a decis\u00e3o do governo federal foi de prosseguir com a instala\u00e7\u00e3o das 18 unidades geradoras previstas inicialmente, embora num ritmo mais lento. 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