{"id":11639,"date":"2015-05-21T14:44:19","date_gmt":"2015-05-21T17:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.creapb.org.br\/?p=11639"},"modified":"2015-05-21T14:44:19","modified_gmt":"2015-05-21T17:44:19","slug":"paraibana-giucelia-figueiredo-apoia-manifesto-nacional-contra-ajuste-fiscal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/paraibana-giucelia-figueiredo-apoia-manifesto-nacional-contra-ajuste-fiscal\/","title":{"rendered":"Paraibana Giuc\u00e9lia Figueiredo apoia manifesto nacional contra ajuste fiscal"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/creapb-admin\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/Foto-Posse-02-MENOR.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-11640\" title=\"Foto Posse 02 MENOR\" src=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/creapb-admin\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/Foto-Posse-02-MENOR.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"390\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nesta quarta-feira, 20, foi divulgado em todo o Brasil o \u201cManifesto pela Mudan\u00e7a na Pol\u00edtica Econ\u00f4mica e Contra o Ajuste Fiscal\u201d, um documento formulado pelos movimentos sociais e personalidades nacionais de diversas \u00e1reas. Entre os nomes que assinaram o documento, est\u00e1 o da paraibana Giuc\u00e9lia Figueiredo, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Para\u00edba (Crea-PB).<\/p>\n<p>Primeira presidente mulher eleita, e reeleita, do Conselho, ela justificou a sua concord\u00e2ncia com o manifesto com a frase que encerra o documento: \u201cQuem quer dizer SIM ao desenvolvimento com justi\u00e7a social tem que dizer N\u00c3O ao arrocho fiscal, nos termos propostos pelo governo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cNo manifesto, assinado por 30 entidades e 87 pessoas, colocamos claramente a nossa postura sobre o ajuste fiscal que est\u00e3o querendo implementar no Brasil. Sabemos que passamos por um momento dif\u00edcil, mas entendemos que \u00e9 poss\u00edvel superar essas dificuldades protegendo os empregos e o setor produtivo. Entendemos que os mais pobres, os trabalhadores, aposentados e pensionistas n\u00e3o devem ser responsabilizados pelo desequil\u00edbrio fiscal das contas do governo\u201d, destacou.<\/p>\n<p>O manifesto trouxe, logo no in\u00edcio, a informa\u00e7\u00e3o de que nos \u00faltimos anos o Brasil mudou, e essa mudan\u00e7a resultou na redu\u00e7\u00e3o do desemprego, melhoria de renda do trabalhador, a sa\u00edda de milh\u00f5es de brasileiros da pobreza extrema, a conquista da casa pr\u00f3pria , o acesso aos cursos de n\u00edvel superior e t\u00e9cnicos, al\u00e9m da conclus\u00e3o de grande projetos de infraestrutura, e que tudo isso poder\u00e1 parar, ou retroceder, caso o governo construa uma estrat\u00e9gia pol\u00edtica capaz de enfrentar esses desafios.<\/p>\n<p>A presidente do Crea-PB tamb\u00e9m ressaltou que n\u00e3o est\u00e1 em curso nenhuma medida que torne o sistema tribut\u00e1rio mais progressivo: \u201cN\u00e3o estamos vendo a contribui\u00e7\u00e3o dos bancos e dos mais ricos. O governo precisa ter coragem de enfrentar quest\u00f5es como a terceiriza\u00e7\u00e3o, a redu\u00e7\u00e3o da maioridade penal, a tentativa de flexibiliza\u00e7\u00e3o do Estatuto do Desarmamento, a aprova\u00e7\u00e3o do Estatuto da Fam\u00edlia, a legaliza\u00e7\u00e3o do financiamento empresarial de campanhas eleitorais e essa contrarreforma pol\u00edtica que, temos certeza, s\u00f3 ir\u00e1 piorar os problemas da nossa democracia. Precisamos tamb\u00e9m lembrar que muitas quest\u00f5es que acabei de citar s\u00e3o oriundas do Congresso Nacional mais conservador dos \u00faltimos anos\u201d.<\/p>\n<p>Leia o manifesto na \u00edntegra:<\/p>\n<p>MANIFESTO PELA MUDAN\u00c7A NA POL\u00cdTICA ECON\u00d4MICA E CONTRA O AJUSTE FISCAL<\/p>\n<p>O Brasil mudou nos \u00faltimos anos. Houve redu\u00e7\u00e3o do desemprego e melhoria da renda do trabalhador. Milh\u00f5es de brasileiros sa\u00edram da pobreza extrema e outros tantos conquistaram a casa pr\u00f3pria. Al\u00e9m disso, milh\u00f5es ingressaram e conclu\u00edram o ensino superior e o ensino t\u00e9cnico. Foram tamb\u00e9m iniciados e conclu\u00eddos importantes projetos de infraestrutura.<\/p>\n<p>Vivemos um per\u00edodo importante na trajet\u00f3ria desse projeto de mudan\u00e7a. Depois de 12 anos, o pa\u00eds passa por um momento extremamente dif\u00edcil. O governo parece encurralado e n\u00e3o demonstra capacidade de ampliar o horizonte pol\u00edtico de um projeto que fez o Brasil avan\u00e7ar. O pa\u00eds precisa reencontrar o caminho do desenvolvimento e construir uma estrat\u00e9gia pol\u00edtica capaz de enfrentar os novos desafios.<\/p>\n<p>Um pressuposto fundamental desta estrat\u00e9gia pol\u00edtica deve ser o crescimento, com prote\u00e7\u00e3o dos empregos, evitando que o Brasil mergulhe numa recess\u00e3o que se avizinha. No entanto, a posi\u00e7\u00e3o do governo, expressa pelo Minist\u00e9rio da Fazenda, est\u00e1 concentrada exclusivamente numa pol\u00edtica de ajuste fiscal, que al\u00e9m de insuficiente, pode deteriorar ainda mais o quadro econ\u00f4mico brasileiro.<\/p>\n<p>Ajuste fiscal recessivo<\/p>\n<p>O governo diz para a sociedade que a MP 665 ataca uma distor\u00e7\u00e3o no gasto das pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o ao trabalhador formal e que a MP 664 corrige abusos e fraudes. No entanto, admite publicamente, especialmente quando se dirige ao mercado financeiro, que essas medidas fazem parte de um ajuste fiscal.<\/p>\n<p>Dados do Dieese estimam que, com a proposta original do governo na MP 665, mais de 4,8 milh\u00f5es de trabalhadores n\u00e3o poderiam acessar o seguro-desemprego (38,5% do total de demitidos sem justa causa em 2013) e 9,94 milh\u00f5es de trabalhadores perderiam o Abono Salarial. Com as altera\u00e7\u00f5es nas MPs na C\u00e2mara dos Deputados, que diminu\u00edram o impacto fiscal, o governo anuncia que aumentar\u00e1 o corte no or\u00e7amento dos minist\u00e9rios e elevar\u00e1 impostos.<\/p>\n<p>O quadro de desequil\u00edbrio fiscal das contas do governo n\u00e3o \u00e9 responsabilidade dos mais pobres, trabalhadores, aposentados e pensionistas. As causas desse desequil\u00edbrio foram a desonera\u00e7\u00e3o fiscal de mais 100 bilh\u00f5es concedida pelo governo \u00e0s grandes empresas, as elevadas taxas de juros Selic, que transferem recursos para o sistema financeiro, e a queda da arrecada\u00e7\u00e3o devido ao baixo crescimento no ano passado.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 justo, agora, colocar essa conta para ser paga pelos mais pobres que precisam de pol\u00edticas p\u00fablicas, trabalhadores, aposentados e pensionistas. Enquanto o andar de baixo perde direitos, n\u00e3o est\u00e1 em curso nenhuma medida do governo para tornar o nosso sistema tribut\u00e1rio mais progressivo. Dados do especialista em finan\u00e7as Amir Khair apontam que a taxa\u00e7\u00e3o sobre as grandes fortunas pode render at\u00e9 R$ 100 bilh\u00f5es por ano. Onde est\u00e1 a parcela de contribui\u00e7\u00e3o dos bancos e dos mais ricos?<\/p>\n<p>Para agravar a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, associado ao arrocho fiscal, vem um aperto monet\u00e1rio, que enfraquece a economia e anula o seu pr\u00f3prio esfor\u00e7o fiscal. O governo j\u00e1 aumentou em 2% da taxa de juros Selic neste ano, beneficiando apenas os especuladores do mercado financeiro. A cada aumento de 0,5% da taxa Selic durante o ano, o gasto p\u00fablico cresce de R$ 7,5 bi a R$ 12 bi. No ano passado, os gastos p\u00fablicos com juros foram superiores a R$ 300 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Enquanto os recursos p\u00fablicos pagos pelos impostos descem pelo ralo do mercado financeiro, o governo vai cortar direitos dos trabalhadores para economizar R$ 10 bi com essas MPs. Al\u00e9m disso, amea\u00e7a vetar a mudan\u00e7a do Fator Previdenci\u00e1rio, que beneficia os aposentados e \u00e9 defendida pelas centrais sindicais, como se as contas p\u00fablicas fossem quebrar\u2026<\/p>\n<p>S\u00f3 com crescimento haver\u00e1 equil\u00edbrio fiscal e desenvolvimento<\/p>\n<p>Mudar o rumo da pol\u00edtica econ\u00f4mica \u00e9 colocar o crescimento como um aspecto central, porque os n\u00fameros sinalizam uma desacelera\u00e7\u00e3o muito forte da economia. Os investimentos do governo federal est\u00e3o parando. O desemprego cresce m\u00eas ap\u00f3s m\u00eas. A renda do trabalhador tamb\u00e9m est\u00e1 em trajet\u00f3ria de queda. A arrecada\u00e7\u00e3o do governo federal est\u00e1 caindo.<\/p>\n<p>S\u00f3 com o crescimento econ\u00f4mico poderemos recuperar o equil\u00edbrio das contas p\u00fablicas. O resultado fiscal \u00e9 sempre o reflexo da sa\u00fade de uma economia. Uma economia estagnada gera um or\u00e7amento desequilibrado.<\/p>\n<p>Durante o governo de FHC, sua equipe econ\u00f4mica promoveu corte de gastos e contingenciamentos. Mesmo assim, o d\u00e9ficit nominal foi de 5,53% do PIB em oito anos. A d\u00edvida p\u00fablica como propor\u00e7\u00e3o do PIB cresceu de 30,6%, em 1995, para 60,4%, em 2002.<\/p>\n<p>Uma economia forte e dinamizada produz aumento da arrecada\u00e7\u00e3o, e o resultado \u00e9 o equil\u00edbrio fiscal. Durante o segundo governo do presidente Lula, a economia cresceu em m\u00e9dia 4,7% ao ano e a d\u00edvida p\u00fablica caiu como propor\u00e7\u00e3o do PIB de 45,5%, em 2007, para 39,2%, em 2010. E como resultado do crescimento econ\u00f4mico de 7,6%, em 2010, o d\u00e9ficit nominal foi reduzido para 2,5% do PIB.<\/p>\n<p>\u00c9 hora de radicalizar o projeto de desenvolvimento, com o fortalecimento da produ\u00e7\u00e3o, investimentos na ind\u00fastria nacional e na agricultura, desenvolvimento de pesquisa, ci\u00eancia e tecnologia e dinamiza\u00e7\u00e3o do mercado interno. Enquanto o pa\u00eds se submeter aos interesses do capital financeiro e estiver dependente da din\u00e2mica imposta pelos pa\u00edses avan\u00e7ados, especialmente em rela\u00e7\u00e3o a ci\u00eancia e tecnologia, nossa economia estar\u00e1 fragilizada.<\/p>\n<p>O salto que precisamos dar na economia implica uma nova estrat\u00e9gia pol\u00edtica para enfrentar a avalanche regressiva, que avan\u00e7a tanto na \u00e1rea do trabalho, com o projeto de terceiriza\u00e7\u00e3o, como na esfera dos valores da sociedade, dando espa\u00e7o a uma onda conservadora que prega a redu\u00e7\u00e3o da maioridade penal, a flexibiliza\u00e7\u00e3o do Estatuto do Desarmamento, a aprova\u00e7\u00e3o do Estatuto da Fam\u00edlia, a PEC 215 e a elimina\u00e7\u00e3o da rotulagem dos alimentos transg\u00eanicos. No campo pol\u00edtico, avan\u00e7a a legaliza\u00e7\u00e3o do financiamento empresarial de campanhas eleitorais, dentro de uma contrarreforma pol\u00edtica que agravar\u00e1 os problemas no nosso regime democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>A fragilidade do governo no Congresso Nacional demonstra que \u00e9 necess\u00e1rio, mais do que nunca, construir uma nova governabilidade, com as for\u00e7as progressistas, como as centrais sindicais, movimentos populares, organiza\u00e7\u00f5es de juventude, cultura e m\u00eddia alternativa, para enfrentar a ofensiva neoliberal, que avan\u00e7a ao lado de uma onda conservadora.<\/p>\n<p>O ajuste fiscal, nos termos em que est\u00e1 sendo proposto, coloca o governo contra as for\u00e7as progressistas, enfraquecendo a capacidade de um salto pol\u00edtico. \u00c9 necess\u00e1rio reagir e colocar em andamento uma nova agenda pol\u00edtica, ombro a ombro com as for\u00e7as democr\u00e1ticas e populares, os movimentos sociais organizados e os partidos pol\u00edticos \u2013 comprometidos com o desenvolvimento inclusivo do pa\u00eds, a soberania nacional e a retomada do crescimento, com a garantia do emprego \u2013 que atuam de forma aut\u00f4noma parar ampliar o horizonte pol\u00edtico.<\/p>\n<p>A proposta de ajuste fiscal apresentada pelo governo trava o pa\u00eds diante da possibilidade de uma nova fase de desenvolvimento e da constru\u00e7\u00e3o de uma nova estrat\u00e9gia pol\u00edtica. O Brasil progrediu nos \u00faltimos 12 anos, mas a continuidade desse projeto depende de retifica\u00e7\u00f5es. Essa proposta de ajuste fiscal n\u00e3o combina com os novos desafios. Combina apenas com o passado. Portanto, quem quer dizer SIM ao desenvolvimento com justi\u00e7a social tem que dizer N\u00c3O ao arrocho fiscal, nos termos propostos pelo governo.<\/p>\n<p>20 de maio de 2015<\/p>\n<p>Entidades<\/p>\n<p>CUT \u2014 Central \u00danica dos Trabalhadores<\/p>\n<p>Movimento dos trabalhadores Rurais Sem Terra \u2014 MST<\/p>\n<p>Movimento dos Trabalhadores Sem Teto \u2014 MTST<\/p>\n<p>Articula\u00e7\u00e3o dos Empregados(as) Rurais \u2014 ADERE<\/p>\n<p>Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil \u2014 APIB<\/p>\n<p>Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal \u2014 ABEEF<\/p>\n<p>Campanha Nacional Por Uma Reforma Pol\u00edtica Pela Constituinte<\/p>\n<p>Central de Movimentos Populares \u2014 CMP<\/p>\n<p>Coletivo Nacional de Juventude Negra \u2014 Enegrecer<\/p>\n<p>Comiss\u00e3o Pastoral da Terra \u2014 CPT<\/p>\n<p>Conselho Indigenista Mission\u00e1rio \u2014 CIMI<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombola \u2014 CONAQ<\/p>\n<p>Entidade Nacional de Estudantes de Biologia \u2014 ENEBio<\/p>\n<p>FAMOPES \u2014 Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Moradores e Movimentos Populares do Esp\u00edrito Santo<\/p>\n<p>Federa\u00e7\u00e3o dos Estudantes de Agronomia do Brasil \u2014 FEAB<\/p>\n<p>Fora do Eixo<\/p>\n<p>F\u00f3rum Ecum\u00eanico ACT Brasil<\/p>\n<p>Intervozes<\/p>\n<p>Levante Popular da Juventude<\/p>\n<p>M\u00eddia Ninja<\/p>\n<p>Movimento de Mulheres Camponesas \u2014 MMC<\/p>\n<p>Movimento dos trabalhadores e trabalhadora do Campo \u2014 MTC<\/p>\n<p>Movimento dos Atingidos por Barragens \u2014 MAB<\/p>\n<p>Movimento dos Pequenos Agricultores \u2014 MPA<\/p>\n<p>Movimento dos Pescadores e Pescadoras \u2014 MPP<\/p>\n<p>Movimento dos Trabalhadores Desempregados \u2014 MTD<\/p>\n<p>Movimento Nacional Pela Soberania Popular Frente \u00e0 Minera\u00e7\u00e3o \u2014 MAM<\/p>\n<p>Na\u00e7\u00e3o Hip Hop Brasil<\/p>\n<p>Pastoral da Juventude Rural \u2014 PJR<\/p>\n<p>Rede Ecum\u00eanica da Juventude \u2014 REJU<\/p>\n<p>Personalidades<\/p>\n<p>Alfredo Saad Filho \u2014 Professor de Economia Pol\u00edtica da Universidade de Londres<\/p>\n<p>Anivaldo Padilha \u2014 L\u00edder Ecum\u00eanico<\/p>\n<p>Armando Boito Jr. \u2014 Professor de Ci\u00eancia Pol\u00edtica da Unicamp<\/p>\n<p>Breno Altman \u2014 Jornalista, diretor do site Opera Mundi<\/p>\n<p>C\u00e2ndido Grzybowski \u2014 Diretor do Ibase<\/p>\n<p>Dermeval Savian \u2014 Professor Em\u00e9rito da UNICAMP e Pesquisador Em\u00e9rito do CNPq<\/p>\n<p>Eleuterio Prado \u2014 Professor s\u00eanior da \u00e1rea de economia da USP<\/p>\n<p>Gilberto Maringoni \u2014 Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, UFABC<\/p>\n<p>Helo\u00edsa Fernandes \u2014 Soci\u00f3loga, professora da USP e da ENFF<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pedro Stedile \u2014 MST\/Via Campesina<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Sics\u00fa \u2014 Economista e professor UFRJ<\/p>\n<p>Jorge Matoso \u2014 Economista, professor aposentado do Instituto de Economia da Unicamp. Foi presidente da Caixa Econ\u00f4mica Federal (2003-2006)<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Carlos de Assis \u2014 Economista, doutor em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Gomes Tempor\u00e3o \u2014 Ex-pesquisador da Fiocruz, ex-ministro da sa\u00fade 2007-2010<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Juliano de Carvalho Filho \u2014 Economista, Professor Doutor FEA\/USP<\/p>\n<p>Ladislau Dowbor \u2014 Economista e professor da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o na Pont\u00edficia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo (PUC-SP)<\/p>\n<p>Laura Tavares \u2014 FLACSO Brasil<\/p>\n<p>Leda Maria Paulani \u2013 Professora Titular \u2014 Departamento de Economia, FEA-USP<\/p>\n<p>Lisete Regina Gomes Arelaro \u2014 Professora do Departamento de Administra\u00e7\u00e3o Escolar e Economia da Educa\u00e7\u00e3o da FEUSP<\/p>\n<p>Luiz Alfredo Salom\u00e3o \u2014 Diretor, Escola de Pol\u00edticas P\u00fablicas e Gest\u00e3o Governamental, foi subchefe executivo da Secretaria de Assuntos Estrat\u00e9gicos da Presid\u00eancia<\/p>\n<p>Luiz Gonzaga Belluzzo \u2014 Professor titular do Instituto de Economia (IE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)<\/p>\n<p>Marcio Pochmann \u2014 Professor do Instituto de Economia da Unicamp, ex-presidente do IPEA no governo Lula<\/p>\n<p>Odilon Guedes \u2014 Economista, Diretor do Sindicato dos Economistas no Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Pedro Paulo Zahluth Bastos \u2014 Professor Associado (Livre Docente), Instituto de Economia, UNICAMP<\/p>\n<p>Ricardo Summa \u2014 Professor doutor, Instituto de Economia, UFRJ<\/p>\n<p>Samuel Pinheiro Guimar\u00e3es Neto \u2014 Diplomata brasileiro, foi secret\u00e1rio-geral das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estrat\u00e9gicos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica (SAE) do Governo Lula<\/p>\n<p>Tarso Genro \u2014 Ex-governador do Rio Grande do Sul<\/p>\n<p>Valter Pomar \u2014 Professor universit\u00e1rio e militante do Partido dos Trabalhadores<\/p>\n<p>Adelaide Gon\u00e7alves \u2014 Historiadora, Universidade Federal do Cear\u00e1<\/p>\n<p>Ailton Cotrim Prates \u2014 Professor Assistente, UFAL\/Arapiraca<\/p>\n<p>Antonio Jos\u00e9 Alves Junior \u2014 Professor Associado II da UFRRJ<\/p>\n<p>Alvaro Britto \u2014 Comiss\u00e3o de \u00c9tica do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, Coordenador do Curso de Jornalismo do Centro Universit\u00e1rio de Barra Mansa<\/p>\n<p>Am\u00e1lia Catharina Santos Cruz \u2014 Professora, Uneb\/Dcvh Iv<\/p>\n<p>Ana Corbisier \u2014 Soci\u00f3loga<\/p>\n<p>Ana Costa \u2014 Professora da UFF\/RJ.<\/p>\n<p>Andrea Caldas \u2014 Setot de Educa\u00e7\u00e3o, UFPR<\/p>\n<p>Angela Maria Carvalho Borges \u2014 P\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em Pol\u00edticas Sociais e Cidadania\/ UCSal \u2013 Bahia<\/p>\n<p>Anivaldo Padilha \u2014 L\u00edder Ecum\u00eanico<\/p>\n<p>Artur Machado Scavone \u2014 Jornalista<\/p>\n<p>Bruno Elias \u2014 Secret\u00e1rio nacional de movimentos populares do PT<\/p>\n<p>Carlos Roberto Colavolpe \u2014 Professor Associado III FACED\/UFBA<\/p>\n<p>Carolina Nozella Gama \u2014 Universidade Federal de Alagoas, P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Universidade Federal da Bahia<\/p>\n<p>Celi Zulke Taffarel \u2014 Professora Dra. Titular Faced Ufba<\/p>\n<p>Cesar Cordaro \u2014 Comit\u00ea Paulista Pela Mem\u00f3ria, Verdade e Justi\u00e7a, CPMVJ<\/p>\n<p>Cesar Sanson \u2013 Professor Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN<\/p>\n<p>Diana Cohen \u2014 Assessora da Comiss\u00e3o da Mem\u00f3ria e Verdade, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Fabiano Abranches Silva Dalto \u2014 Professor de Economia da Universidade Federal do Paran\u00e1<\/p>\n<p>Fernando Augusto M. Mattos \u2014 Uff, Faculdade de Economia<\/p>\n<p>Gilson de G\u00f3z Gonzaga \u2014 Oper\u00e1rio de f\u00e1brica, militante do PT<\/p>\n<p>Giovane Zuanazzi \u2014 Diretor de movimentos sociais da Uni\u00e3o Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES)<\/p>\n<p>Giucelia Figueiredo \u2014 Presidente Conselho Regional de Engenharia e Agronomia\/ CREA\/ Pb<\/p>\n<p>Gl\u00e1ucia Campregher \u2014 Professora Economia, UFRGS<\/p>\n<p>Henrique Novaes \u2014 Professor UNESP Mar\u00edlia<\/p>\n<p>In\u00eas Patr\u00edcio \u2014 Professora de economia da UFF<\/p>\n<p>Isabel Lustosa \u2014 Cientista Pol\u00edtica e Historiadora, Funda\u00e7\u00e3o Casa de Rui Barbosa<\/p>\n<p>Jayr Lemos de Almeida \u2014 T\u00e9cnico agrimensor<\/p>\n<p>Joilson Cardoso \u2014 Vice-Presidente Nacional da CTB, Secret\u00e1rio Nacional da SSB, Sindicalismo Socialista Brasileiro<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Heleno Rotta \u2014 Professor de Economia aposentado da UFCG<\/p>\n<p>Lazaro Camilo Recompensa Joseph \u2014 Professor Universidade Federal De Santa Maria<\/p>\n<p>Luiz Carlos Gabas \u2014 Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Comiss\u00e3o de Incid\u00eancia P\u00fablica da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e Centro de Direitos Humanos de Cascavel \/ Paran\u00e1<\/p>\n<p>Luiz Martins de Melo \u2014 Prof. Associado IV do IE\/UFRJ<\/p>\n<p>Ligia Maria de Godoy Batista Cavalcanti \u2014 Ju\u00edza de Direito, Natal\/RGN<\/p>\n<p>Marcio Sotelo Felippe \u2014 Ex-Procurador Geral do Estado de S\u00e3o Paulo, membro da Comiss\u00e3o da Verdade da OAB-Federal<\/p>\n<p>Marcos Corr\u00eaa Da Silva Loureiro \u2014 Professor da Ufg, Goi\u00e2nia-Go<\/p>\n<p>Maria Aparecida Dellinghausen Motta \u2014 Editora Autores Associados<\/p>\n<p>M\u00e1rio Jorge da Motta Bastos \u2014 Professor Associado, Universidade Federal Fluminense.<\/p>\n<p>Marta Skinner \u2014 Uerj, professora universit\u00e1ria<\/p>\n<p>Mary Garcia Castro \u2014 Uni\u00e3o Brasileira de Mulheres<\/p>\n<p>Miriam Abramovay \u2014 Coordenadora da \u00c1rea de Juventude e Pol\u00edticas P\u00fablicas, FLACSO<\/p>\n<p>Nancy Cardoso \u2014 Pastora metodista, graduada em Teologia e Filosofia, mestra e doutora em Ci\u00eancias da Religi\u00e3o<\/p>\n<p>Rafael Litvin Villas B\u00f4as \u2014 Professor da UnB<\/p>\n<p>Rafael Soares de Oliveira<\/p>\n<p>Raimundo Bertuleza (Poty) \u2014 Poeta e militante sindical<\/p>\n<p>Raimundo Bonfim \u2014 Coordenador geral da Central de Movimentos Populares (CMP-SP)<\/p>\n<p>Rennan Moura Martins \u2014 Jornalista, editor do Blog dos Desenvolvimentistas<\/p>\n<p>Ricardo Buratini \u2014 Economista<\/p>\n<p>Ricardo Fernandes de Menezes \u2014 M\u00e9dico sanitarista, Secretaria Municipal de Sa\u00fade de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Robson Am\u00e2ncio \u2014 Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto de Ci\u00eancias Humanas e Sociais Departamento de Ci\u00eancias Sociais<\/p>\n<p>Robson Dias da Silva \u2014 Economista, professor Adjunto UFRRJ<\/p>\n<p>Roberta Calixto \u2014 Designer, militante feminista e do Partido dos Trabalhadores<\/p>\n<p>Rodrigo S\u00e9rvulo da Cunha \u2014 Advogado e cientista social, presidente do Coletivo Advogados para a Democracia<\/p>\n<p>Rog\u00e9rio Correia de Moura Baptista \u2014 Deputado Estadual<\/p>\n<p>Sandro Concei\u00e7\u00e3o de Matos \u2014 Professor de Biologia, LEPEL<\/p>\n<p>Suely Farah \u2014 Professora, PMSP<\/p>\n<p>Vanessa Petrelli Corr\u00eaa \u2014 Professora Titular Instituto de Economia, Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia<\/p>\n<p>Virg\u00edlio de Mattos \u2014 MG<\/p>\n<p>Zilda M\u00e1rcia Gr\u00edcoli Iokoi \u2014 Professora Titular do Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Dani Rabelo (Ascom\/Crea-PB)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Nesta quarta-feira, 20, foi divulgado em todo o Brasil o \u201cManifesto pela Mudan\u00e7a na Pol\u00edtica Econ\u00f4mica e Contra o Ajuste Fiscal\u201d, um documento formulado pelos movimentos sociais e personalidades nacionais de diversas \u00e1reas. Entre os nomes que assinaram o documento, est\u00e1 o da paraibana Giuc\u00e9lia Figueiredo, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Para\u00edba (Crea-PB). Primeira presidente mulher eleita, e reeleita, do Conselho, ela justificou a sua concord\u00e2ncia com o manifesto com a frase que encerra o documento: \u201cQuem quer dizer SIM ao desenvolvimento com justi\u00e7a social tem que dizer N\u00c3O ao arrocho fiscal, nos termos propostos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11640,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-11639","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11639","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11639"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11639\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11639"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11639"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11639"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}