{"id":8721,"date":"2013-07-02T15:23:06","date_gmt":"2013-07-02T18:23:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.creapb.org.br\/?p=8721"},"modified":"2013-07-02T15:23:06","modified_gmt":"2013-07-02T18:23:06","slug":"a-importancia-da-seguranca-no-trabalho-do-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/creapb.org.br\/site\/a-importancia-da-seguranca-no-trabalho-do-brasileiro\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia da seguran\u00e7a no trabalho do brasileiro"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/noticia-destaque\/a-importancia-da-seguranca-no-trabalho-do-brasileiro\/attachment\/segtrab2\/\" rel=\"attachment wp-att-8722\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8722\" title=\"segtrab2\" src=\"http:\/\/www.creapb.org.br\/creapb-admin\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/segtrab2.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"261\" \/><\/a><\/p>\n<p>Entre os pa\u00edses com maiores \u00edndices de acidentes de trabalhos fatais, o Brasil ocupa o quarto lugar, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT). Os n\u00fameros chamam a aten\u00e7\u00e3o de profissionais da \u00e1rea de seguran\u00e7a do trabalho e do governo.<\/p>\n<p>\u201cTemos avan\u00e7ado muito quanto \u00e0 quest\u00e3o acident\u00e1ria no Brasil, mas ainda n\u00e3o atingimos patamares de pa\u00edses desenvolvidos. Precisamos de pol\u00edticas intensas para melhorar a prote\u00e7\u00e3o aos trabalhadores\u201d, alerta o engenheiro de seguran\u00e7a e 2\u00ba vice-presidente do CREA-RJ Jaques Sherique, sobre a gravidade do problema.<\/p>\n<p>Em 2012, com o objetivo de melhorar as condi\u00e7\u00f5es do ambiente de trabalho, foi lan\u00e7ada oficialmente a Pol\u00edtica Nacional de Seguran\u00e7a e Sa\u00fade no Trabalho (PNSST), decretada um ano antes pelo Governo Federal. Entre os principais objetivos est\u00e3o a harmoniza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o do setor, a integra\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es do governo, a ado\u00e7\u00e3o de medidas especiais de seguran\u00e7a para atividades de alto risco, e a e implementa\u00e7\u00e3o de sistema de gest\u00e3o e investimentos na capacita\u00e7\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e pesquisa sobre o setor.<\/p>\n<p>Para Sherique, uma das principais medidas adotadas pela PNSST foi a cria\u00e7\u00e3o do Fator Acident\u00e1rio de Preven\u00e7\u00e3o (FAP), tarifa destinada \u00e0 cobertura de aposentadorias especiais e benef\u00edcios relacionados a acidentes do trabalho. O fator \u00e9 custeado pelas empresas e calculado sobre a taxa dos \u00faltimos dois anos de dados acident\u00e1rios da Previd\u00eancia Social.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o engenheiro tamb\u00e9m ressalta o aumento do n\u00famero de normas regulamentadoras. Segundo ele, o Brasil, durante 30 anos, apresentava 28 normas fiscalizadoras. Hoje, s\u00e3o oito normas a mais para inspecionar o cen\u00e1rio industrial quanto \u00e0 prote\u00e7\u00e3o ao trabalhador.<\/p>\n<p><strong>Os acidentes<\/strong><br \/>\nDe acordo com a OIT, 2,34 milh\u00f5es de trabalhadores morrem por ano no mundo. Entretanto, deste total, apenas 321 mil t\u00eam suas causas relacionadas a acidentes. O restante \u00e9 causado por enfermidades relacionadas ao trabalho, como intoxica\u00e7\u00f5es por chumbo e doen\u00e7as coronarianas.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, um fen\u00f4meno inesperado tem se consolidado no Brasil desde 2011: a concentra\u00e7\u00e3o dos acidentes de trabalho no setor de servi\u00e7os tem se apresentado maior do que na ind\u00fastria. Sherique explica que isso se deve ao crescimento do terceiro setor na economia brasileira. De acordo com ele, 47% dos benef\u00edcios concedidos aos acident\u00e1rios s\u00e3o para trabalhadores desse setor, enquanto 45% s\u00e3o para a ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Diante de n\u00fameros t\u00e3o elevados, a preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 reduzir cada vez mais acidentes e doen\u00e7as no ambiente de trabalho para diminuir o d\u00e9ficit profissional e o valor\u00a0<a id=\"_GPLITA_0\" title=\"Click to Continue &gt; by Text-Enhance\" href=\"http:\/\/www.crea-rj.org.br\/blog\/a-importancia-da-seguranca-no-trabalho-do-brasileiro\/#\">pago<\/a>\u00a0pela Previd\u00eancia. O principal entrave de pol\u00edticas preventivas \u00e0 seguran\u00e7a \u00e9 conscientizar os empregados e empresas.<\/p>\n<p>\u201cO povo brasileiro ainda n\u00e3o se valoriza. O risco n\u00e3o pode fazer parte do nosso dia a dia, mas o trabalhador acha que tem que realizar o servi\u00e7o mesmo que seja nocivo \u00e0 sa\u00fade. Quanto \u00e0s empresas, n\u00e3o basta comprar equipamentos de seguran\u00e7a, tem que investir na capacita\u00e7\u00e3o dos profissionais\u201d, adverte Sherique<strong>.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Crea RJ<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os pa\u00edses com maiores \u00edndices de acidentes de trabalhos fatais, o Brasil ocupa o quarto lugar, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT). Os n\u00fameros chamam a aten\u00e7\u00e3o de profissionais da \u00e1rea de seguran\u00e7a do trabalho e do governo. \u201cTemos avan\u00e7ado muito quanto \u00e0 quest\u00e3o acident\u00e1ria no Brasil, mas ainda n\u00e3o atingimos patamares de pa\u00edses desenvolvidos. Precisamos de pol\u00edticas intensas para melhorar a prote\u00e7\u00e3o aos trabalhadores\u201d, alerta o engenheiro de seguran\u00e7a e 2\u00ba vice-presidente do CREA-RJ Jaques Sherique, sobre a gravidade do problema. 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