Fisenge defende política industrial brasileira

Dados de uma pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Industrial apontam que quase metade (48%) das empresas pretendem reduzir o número de trabalhadores nos próximos doze meses. Após as décadas perdidas com o cumprimento de uma antiagenda de política industrial, hoje, o país conta com o incentivo à capacidade industrial e um dos pilares é o Plano Brasil Maior. Somos o segundo país que mais exporta serviços de engenharia para a América Latina.

Seguir o fortalecimento da política industrial brasileira é estratégico para o desenvolvimento da nação. Historicamente, a capacidade industrial de um país é o que mede sua potência e envergadura econômica, com inovação tecnológica, geração de renda e empregos. Diante deste quadro, nós, da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) repudiamos toda e qualquer tentativa de demissão em massa de trabalhadores e apoiamos o projeto em curso pelo fortalecimento da política industrial brasileira, que é estratégica para a soberania nacional. A contribuição da engenharia brasileira é fundamental para a construção de um país justo, solidário e soberano.

 

(Da Assessoria)