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Alírio Ferreira Mendes Junior

 

Alírio Ferreira Mendes Junior é Engenheiro Civil, Engenheiro Ambiental e Engenheiro de
Segurança do Trabalho com especialização em georreferenciamento de imóveis rurais, nascido
em Sete Lagoas – Minas Gerais, sempre atuou ativamente em favor dos profissionais, foi
presidente e diretor de diversas associações e entidades ligadas a classe.
Possui experiência como consultor ambiental, perito de obras, construtor e em
empreendimentos diversos, intercalando sua atuação profissional a paixão pela engenharia e
defesa e busca de melhorias para a categoria.
A sua candidatura ao Conselho Federal sem ter sido presidente de Crea – como sempre
ocorreu nas últimas eleições – vem exatamente ao encontro dessa lógica, de unificar a
experiência de quem conhece os bastidores do sistema com a liberdade necessária que um
Presidente precisa ter para realizar as alterações necessárias.
Juntos atualizaremos o sistema Confea/Crea/Mútua para que a sociedade fique cada vez mais
protegida e os profissionais que os sustentam sejam mais valorizados e capacitados para
exercer a profissão, seguem algumas propostas:
1 – Articulação intensiva junto ao Congresso Nacional para rediscutir a legislação desatualizada
que o Sistema apresenta, com uma eficaz atualização;
2 – Promover o aprimoramento da Fiscalização especializada para atender as mais diversas
modalidades do sistema;
3 – Inclusão dos Programas Crea’s Jr’s, Programa Mulher dentre outros, junto a nova
legislação, o que possibilitará uma inserção real e participativa nos Conselhos;
4 – Revisão de todas as Resoluções e Normas Técnicas do Conselho, readequando a
fiscalização, intensificando-as ao LEIGO,
5 – Vultoso debate nacional online, acerca das taxas e anuidades do Conselho, avaliando as
possibilidades de redução dos valores e da gestão do Confea
6 – Articulação junto ao Congresso Nacional e ao MEC visando uma legislação específica para
as grades curriculares dos cursos de Engenharia, Agronomia e Geociências no Brasil,
garantindo que os Conselhos participem das atualizações e aprovações.
7 – Intensificar de forma profissional (contratação específica de especialista) as relações
internacionais da Engenharia Brasileira com outros países;
8 – Criar mecanismo que reduza a interferência do Conselho Federal junto aos Conselhos
Regionais, visando mais autonomia aos presidentes regionais, escolhidos democraticamente
pelos profissionais em cada estado;
9 – Trabalhar intensamente para devolver o protagonismo da Engenharia no Brasil, garantindo
a participação de profissionais nos debates relevantes;
10 – Criar programas de capacitação e valorização profissional;
11 – Garantir a transparência na atuação de todos Conselheiros Federais e Regionais,
apresentando para a categoria a atuação de fato de seus representantes.

Currículo Alírio

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